Trajetória
Sônia Guajajara é uma das principais lideranças indígenas do Brasil e referência global na defesa dos direitos dos povos originários e da justiça climática.
Nascida na Terra Indígena Araribóia, no Maranhão, pertence ao povo Guajajara/Tentehar, onde ia com os irmãos para as atividades da agricultura com seu pai.
Aos 10 anos, decidiu sair de casa para continuar os estudos; seus pais tinham medo de que ela não voltasse. Mas aprendeu desde cedo a nunca esquecer a sua raiz, que é o território.
Foi exatamente essa luta pelo território que a trouxe para o movimento indígena.
Em 2003, fundou a Coapima, que é a coordenação das organizações e articulações dos Povos Indígenas do Maranhão. Em 2009, foi eleita vice-coordenadora da COIAB, onde ficou por quatro anos. Depois, foi coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) até 2016.
Ganhou projeção internacional por sua incidência política em temas como demarcação de terras, proteção da Amazônia e enfrentamento às mudanças climáticas.
Em 2018, decidiu que estava na hora de aldear a política e tornou-se a primeira mulher indígena a disputar a vice-presidência da República.
Em 2022, foi eleita deputada federal por São Paulo, tornando-se a indígena mais votada da história do Brasil. Foi convidada pelo Presidente Lula para assumir como Ministra dos Povos Indígenas, liderando a criação e estruturação do ministério em 2023.
À frente da pasta, destacou-se pela retomada das demarcações de territórios indígenas, pela coordenação de operações de desintrusão em áreas invadidas e pela atuação direta na contenção da crise humanitária do povo Yanomami.
Seu reconhecimento internacional inclui o prêmio Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, uma das maiores honrarias ambientais do mundo, além de presença em listas como a TIME 100 e a BBC 100 Women.
Atualmente, voltou a ocupar o cargo de deputada federal por São Paulo na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde atua no exercício do mandato e também se prepara para disputar sua reeleição nas eleições de outubro de 2026.
Com atuação destacada no movimento indígena, foi coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e ganhou projeção internacional por sua incidência política em temas como demarcação de terras, proteção da Amazônia e enfrentamento às mudanças climáticas.
Em 2018, tornou-se a primeira mulher indígena a disputar a vice-presidência da República. Em 2022, foi eleita deputada federal por São Paulo, tornando-se a indígena mais votada da história do Brasil.
Em 2023, assumiu como Ministra dos Povos Indígenas, liderando a criação e estruturação do ministério. À frente da pasta, destacou-se pela retomada das demarcações de territórios indígenas, pela coordenação de operações de desintrusão em áreas invadidas e pela atuação direta na contenção da crise humanitária do povo Yanomami.
Seu reconhecimento internacional inclui o prêmio Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, uma das maiores honrarias ambientais do mundo, além de presença em listas como a TIME 100 e a BBC 100 Women. Sonia Guajajara se consolidou como uma voz central na articulação entre direitos indígenas, biodiversidade e governança climática, inspirando novas gerações de lideranças no Brasil e no mundo.
Atualmente, voltou a ocupar o cargo de deputada federal por São Paulo na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde atua no exercício do mandato e também se prepara para disputar sua reeleição nas eleições de outubro de 2026.